Polícia Federal busca o corpo de Nísio Gomes

A polícia federal cumpriu mais oito mandados de prisão preventiva na manhã de hoje, na tentativa de elucidar a morte do cacique Nísio Gomes, desaparecido após a retomada da Terra Indígena Guaiviry, no município de Aral Moreira.

Segundo a polícia, dentre os novos acusados estão seis fazendeiros, um advogado e um funcionário público que, de acordo com o delegado da PF, Jorge André Figueredo, podem responder pelos crimes de formação de quadrilha, homicídio e ocultação de cadáver. As novas prisões são resultado da operação Ñemomano, deflagrada às cinco horas da manhã de hoje. De acordo com a polícia federal, novas provas concluem que o Cacique Nísio Gomes foi morto por pessoas vinculadas a uma empresa de segurança privada na cidade de Dourados. A PF informou ainda que estão em andamento diligencias para a localização do corpo do cacique.

Nísio Gomes está desaparecido desde novembro do ano passado. Até agora 18 pessoas já foram presas e,de acordo com a polícia federal, outras pessoas que estão sendo investigadas ainda podem ser presas nos próximos dias. Para o coordenador regional da FUNAI, Silvio Raimundo da Silva, o avanço nas investigações do caso demonstra compromisso do Estado com a sociedade: “A FUNAI acredita no trabalho da polícia e está confiante na solução do caso. Isso marca um compromisso do Estado com a apuração de crimes contra a vida e os direitos humanos. É um passo contra a impunidade. Que fique como exemplo para que outros crimes também sejam apurados”, disse.

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por funaipontapora

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